domingo, 10 de fevereiro de 2008

Agarra-me. Abraça-me. Beija-me.

Não fales com a boca. Fala com os olhos, os dedos, as mãos.

Beija-me. O peito, o pescoço, a cara... a boca.

Dá-me aquele beijo que só tu sabes dar. Aquele que apaga tudo o que nos rodeia e nos faz rodopiar por planetas desconhecidos (mas que tanto ansiamos conhecer).

Deixa a tua mão deslizar pelo meu corpo.
Sente todos os milímetros de pele, como eu os sinto quando ela passa.

Não preciso de muito mais. Apenas dos teus braços à volta do meu corpo nu.
A aquecer-me, a proteger-me e a sentir-me.


Sente-me como eu te sinto. E como eu me sinto, quando tu me tocas.